Hamburgo, a primeira vista, não é uma cidade das mais
turísticas, mas o objetivo deste post é provar o contrário. Por ser um dos maiores portos da Europa, aproveita da riqueza
trazida pelo comércio, mas também sofre com o desgaste inerente desse intenso
fluxo econômico. A cidade é a 2a maior da Alemanha e, como outras,
está organizada em torno da sua imponente prefeitura (Rathaus).
Fora a própria prefeitura,
as principais atrações da cidade são seus shoppings, a região moderna de
Haffen City e a red light de St Pauli. É possível, com certa disposição,
conhecer tudo a pé, mas o sistema de transporte público é eficiente e leva
facilmente a qualquer um desses pontos.
As lojas ficam bem próximas da Rathaus, sendo que o
destaque é a Neuerwall, rua estreita, próxima a pequenos canais e que concentra
lojas recheadas de preços proibitivos.
Em Haffen City, o destaque fica por conta de pequenas
passarelas com vistas para edifícios modernos e , em especial, para o prédio da
filarmônica, que lembra um cubo d’água.
Não tão famosa quanto o bairro da luz vermelha em
Amsterdam, a região de St Pauli(ligeiramente afastada) traz todo o legado de
uma cidade predominantemente portuária. O ambiente deste bairro contrasta com a
riqueza vista nos outros pontos, mas impressiona devido às suas ruas fechadas a
mulheres e a menores de 18 anos. Com um muro na entrada, são exposições a céu
aberto de todo o negócio da prostituição relacionado a vida em portos.
Quanto a sugestão gastronômica, não há como fugir de uma
paixão nacional: a currywurst ,
salsicha de porco temperada com ketchup ao molho curry. Por sorte, Hamburgo
conta com um restaurante que ganhou um prêmio por servir a melhor versão deste
prato na Alemanha.
O Edelcurry fica
próximo à Neuerwall e uma porção não sai muito caro (3,60 euros). É
imprescindível pedir como acompanhamento as deliciosas fritas (eleitas as
melhores de Hamburgo) e respirar fundo, pois o molho é bem picante, mesmo em
sua versão menos apimentada.
