domingo, 25 de janeiro de 2015

NY é o melhor lugar

Quem me conhece, ou leu alguns dos meus posts anteriores, sabe o quanto eu gosto de museus. É provavelmente a primeira coisa que pesquiso antes de visitar uma nova cidade. Mas quem me conhece também sabe que eu não perderia a oportunidade de fazer boas compras. New York, claro, é o melhor lugar para fazer os dois.

A dica é complementar os dois. É cansativo, é muito bate perna, mas você não vai querer perder um minuto sequer em NY. A primeira dica é fazer Central Park + American Museum of National History + Century 21 no mesmo dia.


Central Park não pode faltar na viagem.  O parque é lindo e a ideia de estar rodeado de prédios gigantes é fascinante. Dica sobre o parque? Se perca. Saia andando, olhando as plaquinhas em cada banco e descubra novos lugares. No final, você acaba se achando

Central Park
Saindo do parque, um pouco de cultura. O American Museum of National History fica ao lado do parque, não tem muito erro.  A entrada custa $22 para adulto e $17 estudante. É possível comprar online. Uma das coisas chatas é que parte do museu exige ingressos extras, que você pode comprar de imediato.

De todos os museus que conheci esse certamente é o mais “família”. Não à toa você verá um montão de crianças. É MUITO divertido. Se você gosta de dinossauros ou cresceu assistindo Jurassic Park, você vai amar. E, óbvio, se você é fã da séria Uma Noite no Museu, também vai amar.

Ele estava rindo?
Depois de um tempo no museu, dá tempo ainda de correr e passar um tempo na Century 21. Vale dar uma passada em uma das mais famosas lojas de desconto dos EUA. É sempre possível encontrar ótimas barganhas. Em alguns sites li que o ideal é chegar cedo, pois a loja vai ficando cheia ao longo do dia. Não tive esse problema, mas talvez você queira seguir a recomendação. Ótimo lugar para comprar óculos e bagagens.Para mais dicas da Century 21 e Macy's, vale dar uma olhada no post do blog Viciada em Viajar. Note que existem várias Century 21 em NY. Escolha a mais conveniente para você. No nosso caso, seria a loja próxima ao museu.

Num segundo dia, idealmente numa sexta, é interessante fazer MoMA  + Macy’s. Por que na sexta? Porque a entrada do museu é gratuita a partir das 16h. Chegue cedo na Macy’s, caminhe pelos 9 andares da loja e depois visite o museu.  Na Macy’s você vai literalmente encontrar tudo. É a maior loja de departamento do mundo. Então não tem muito erro. Os preços não são tão bons quanto na Century 21, mas as chances são maiores de encontrar algo que você goste. Uma dica sobre a Macy´s é que com o seu passaporte você tem direito a 10% de desconto em todas as compras. 

Pintura imperdível no MoMA
O terceiro museu que visitei e que também vale muito é o Metropolitan (o Met). Uma dica importante é que neste museu você não precisa pagar o valor cheio da entrada. No Metropolitan você paga apenas uma contribuição, que pode ser o quanto você desejar. Como a entrada de estudante era apenas $12, preferi pagar.

Os famosos ovos Fabergé
Como eu gosto de passar muito tempo dentro de cada museu (e o Metropolitan é gigante), prefiro deixar ele para um terceiro dia. Onde você pode combinar com algum outro passeio.

Um pouco de Degas no Met
Uma última dica de viagem é de um outlet perto de NY. Muita gente prefere ir ao Woodbury, que é um pouco mais distante de NY. Minha dica, principalmente se estiver no inverno, é ir até ao Jersey Gardens. Apesar de um pouco menor, o outlet é em ambiente fechado (você vai agradecer quando estiver -10 graus) e mais próximo. Para chegar lá, basta ir até Port Authority Terminal e comprar ida e voltar por $13. É também mais barato que ir até o Woodbury. Uma última dica é que com o seu passaporte você tem direito ao livrinho de descontos do outlet.  

Boas compras e aproveitem os museus!



domingo, 11 de janeiro de 2015

Amsterdã do jeito de cada um

Amsterdã, é talvez a cidade mais liberal do mundo. Mas não é só rostinhos alegres, acredite. Seus diversos canais e arquitetura pitoresca a tornam diferente de qualquer lugar.



O tempo de estadia ideal varia de 3 a 5 dias, a depender das suas preferências e desejos secretos.

Tenha em mente que a cidade é a mais cara entre as tradicionais da Europa. Querendo ou não, você gastará muito em hospedagem (no mínimo 20 euros por noite em um albergue) e comida (aqui, obviamente, depende do que você consumir hehehe). Se tiver viajando em grupo, a dica é de cuidado com as escolhas. Nem todos podem ter a mesma curiosidade e interesses que você, o que pode atrapalhar a viagem já na chegada ao hotel/albergue/coffee-shop. Inevitavelmente, você encontrará pessoas doidas pela rua. Mas keep calm, relaxe e viva a experiência do seu próprio jeito.

A cidade tem duas zonas principais: uma próxima à estação de trem, com o Red Light e outra um pouco distante com museus. Existem bondinhos que ajudam o deslocamento, mas um dos mandamentos do mochileiro gourmet é usar bem os seus pés. Em Amsterdã, isso é mais que possível: é obrigatório.

Detalhe: Bicicletas fazem parte da cultura nacional. Não há aluguel público de bikes, mas empresas especializadas como a Mac Bike (http://www.macbike.nl/) que tem lojas espalhadas pela cidade e exige caução de 50 euros para o aluguel.

Grab a bike and have fun!


Minha lista de atrações imperdíveis:

1 - Red Light District. Para os conservadores (como eu hehehe), andar, entrar, observar e rir. Para os curiosos, talvez um space brownie. Para os restantes, você já sabe. Minha dica é andar, andar e andar. Tome cuidado com o que falar perto das vitrines, o português é mais comum do que você pensa. Na volta pra casa, veja as vitrines de comida, mas só veja.

Não saia do Red Light com a visão distorcida das coisas

As vitrines não são bizarras só do jeito que você pensa

2- Anne Frank Huis. Bom, pra você que colava na escola, é um prédio em que Anne Frank e sua família judia ficaram escondidos durante a ocupação nazista durante a 2a GM. A menina com 13 anos de idade na época escreveu um diário contando a sua história e das pessoas que lá se esconderam. Mesmo descoberta, após algum tempo, o livro que escreveu foi de alguma forma preservado e é um patrimônio da humanidade. 



Essa história é mais que suficiente para filas enormes para a visita dessas casas, em um museu com muita interatividade e não é muito caro (9 euros). Se você não gosta de perder seu tempo em filas, chegue cedo.

3 - Heineken Experience. Os museus de cervejarias são todos mais ou menos parecidos. O melhor deles, sem dúvida, é o da Heineken. Inclui duas rodadas de degustação, conta toda a história da produção e tem uma lojinha com ótimos souvenir, como uma garrafa personalizada para aquele seu amigo/amiga alcoólatra. 


Pulseirinha que dá equilíbrio aos alcóolatras
4 - Rijksmuseum e Van Gogh Museum. Aqui basta dizer que Rembrandt e Van Gogh são holandeses. Um risco é algumas das obras estarem em algum outro lugar do mundo. Perto dos museus tem aquelas letras escaláveis (não sei como descrever isso…rs) formando “I Amsterdam” que, apesar de bobinhas, rendem boas fotos.



5 - Batata FritaDifícil saber se a melhor batata do mundo é a belga ou a holandesa. Um jeito de descobrir é comendo uma batata belga na Holanda. Existem algumas barraquinhas que vendem essas delícias em um cone. A Manneken Pis é uma das melhores. Você pode até não querer experimentar outras coisas, mas não existe algo tão bom tão perto. É tão bom que tive de roubar a foto do Comi por aí, porque nem pensei em tirar foto quando vi.



domingo, 21 de dezembro de 2014

25 anos do muro que caiu

2014 está acabando, mas ficará marcado como especial para a Alemanha. Não falo nem do título da copa do mundo no Brasil, mas sim dos 25 anos da queda do muro de Berlim .

Por isso, O Viajante Gourmet retorna à Berlim com dicas dos melhores lugares para ver o muro e o legado que a 2a Guerra e a Guerra Fria deixaram na cidade.

1 - East Side Gallery

Com mais ou menos 1km de extensão, é o local com maior conservação do muro. 

Não é perto do centro, mas o metro chega com facilidade (Ostbahnof).

Ao longo das margens do rio Spree, artistas fizeram pinturas irônicas e divertidas no que restou do muro. 

A East Side Gallery tem 1,3 km de pinturas sobre o maior pedaço do muro

As pinturas são bem irônicas e divertem a caminhada

2 - Topografia do Terror

Localizado em um antigo endereço da Gestapo, a antiga polícia secreta nazista, o museu conta a história da ascenção e queda do nazismo na Alemanha.

O pedaço do muro ali tem um clima mais verídico do que o da East Side Gallery. Cinza sóbrio, é o lugar ideal pra quem não quer só a curtição de tirar foto do lado do muro.

Pra quem não quer só a curtição de tirar foto do lado do muro.


3 - Check Point Charlie

É mais para fotos de curtição com guardinhas e afins. Ponto turístico clássico de Berlim, era um posto militar que separava as duas Alemanhas, extrapolando, o capitalismo e o comunismo

De que lado está o Mc Donald's?
Logo ao lado, há mais mais alguns pedaços do muro, com aquelas longas filas pra tirar foto.


Você sabia? Por toda a cidade, há uma trilha indicando onde o muro ficava. Os desprendidos podem dar uma volta pela cidade seguindo a trilha.


4 - Memorial do Muro (Bernauer Strasse) 

Mais um lugar com o muro em seu estado original. Aqui, as homenagens são às famílias que foram separadas pelo muros e às pessoas que tentaram fugir do lado oriental.



5 - Antes do muro

Para a história antes do muro, destaco duas atrações interessantes.

O museu judaico de Berlim(Hallesches Tor) é bem completo e interativo e conta a história e a vida dos judeus alemães. Vale a visita, em especial à câmara escura e à árvore de desejos pela paz.





O memorial do holocausto, bem próximo do Portão de Brandemburgo é um conjunto de blocos de concreto, meio ondulados e irregulares. Segundo o arquiteto do projeto, a ideia era produzir uma atmosfera que dá sensação de instabilidade, descolada da razão humana.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Uma cidade de pedra

Edimburgo é uma cidade explicitamente dividida em uma parte antiga e outra nova(no caso, menos antiga).  2 dias de visita são suficientes, um para cada parte.

Assim que você chegar, a primeira reação é a de encantamento com o lindo contraste entre o verde do Princess Street Gardens, coração da capital, com a frieza da cidade velha ao fundo.


Na Old Town, pedras são dominantes do chão aos prédios, preservando um ar, alguns diriam, medieval. A rua principal é a Royal Mile, que liga o Castelo, principal símbolo da cidade, ao Parlamento Escocês e ao Palácio de Holyrood, residência para as férias da rainha. A sugestão aqui é a de caminhar de uma ponta a outra, bisbilhotando as lojas de souvenirs e de Kilts, a famosa saia escocesa.

Há algumas atrações turísticas ao longo da rua, como o museu do Whisky e a Catedral de St Giles. Entretanto, como sabemos, a Escócia faz parte do Reino Unido e a moeda local é a libra. Então, primeiro, não esqueça de levar sempre um guarda-chuva ou de comprar algum em uma loja Pound Land, de tudo por uma libra. Segundo, não espere preços simpáticos, especialmente nessa região histórica.


Ainda sobre orçamento, um outro ponto importante é que, infelizmente, todos os pontos turísticos fechados cobram pelo acesso. Com isso, viajantes mais apertados já devem se preparar para entrar em apenas algumas atrações. Não que isso seja uma decisão difícil, pois o Castelo é o símbolo da cidade e sua imponência atrai, no mínimo, a curiosidade.



Do lado mais novo, é mandatório subir a Carlton Hill para uma vista exuberante da cidade. Além disso, é bom saber que todo o comércio fica mais concentrado na Princess St e que vale a pena andar até a St. Andrew Square, que conta com o belo prédio do Bank of Scotland e a cidade velha ao fundo.


Por fim, dicas mais específicas. Para os amantes de cães, há uma curiosa história, devidamente registrada no cemitério da cidade. Procure pelo Greyfriars Bobby. Para os mais animados, recomendo a boate Espionage, que tem 5 andares subterrâneos. E, como não poderia deixar de ser, para os interessados naquele lado mais gourmet, um dos pratos típicos é a carne de carneiro(Haggis). A textura é bem diferente, mas o sabor não decepciona. Aqui, vale a dica de sempre de aproveitar os menus executivos, principalmente em Pubs. Na foto, Haggis com purê de batata.


segunda-feira, 2 de junho de 2014

Burger day

Dia Internacional do Hambúrguer e o Viajante Gourmet não poderia ficar de fora dessa. E o local certo para comemorar em São Paulo foi a edição especial do SP Burger Fest, localizada no Butantan Food Park(novo local da Feirinha Gastronômica) próximo ao metrô Butantã. Com barracas de várias hamburguerias da cidade e ao preço de R$20, muita gente teve a mesma ideia.


Chegamos pouco depois da abertura e já era difícil conseguir fazer um pedido. Decidimos iniciar pelo burger do Guia doHambúrguer (feito pelo pessoal do site homônimo), com pão australiano, cheddar, farofa de bacon, cebola e uma carne muito suculenta. Começamos já com o nível altíssimo, com uma combinação bem elaborada e com muito sabor. O pão australiano era um destaque.


Para acompanhar, uma latinha de Itubaína.


A opção seguinte foi do Marcelino Pan y Vino, que decidiu trazer para feira uma opção de hambúrguer diferente, com carne de costela. Apesar da atratividade da opção, as carnes de cortes como fraldinha e picanha são mais saborosas. Mas ainda assim, uma boa opção, com carne bastante macia e sabor marcante. Vale experimentar.



A terceira barraca que decidimos visitar foi do Rock’n Roll Burger, onde o atrativo era um hambúrguer com crispy de jamón. A ideia de trazer este ingrediente foi ótima, trazendo um sabor bem especial. No entanto, confesso que faltou cuidado com a carne, que estava pouco macia.


A última escolha foi tão boa quanto a primeira. Decidi ir a uma barraca de uma hamburgueria já conhecida de longa data, o Meats, onde a qualidade da carne era certa. O burger era simples, apenas com cheddar, bacon e maionese de raiz forte, mas a qualidade da carne era enorme. Como costume da casa, a carne era alta, macia e  com muito sabor. Uma escolha certeira para encerrar a visita.


Não espere o próximo dia do hambúrguer e corra para visitar a feirinha. Se esta opção não agradar, aproveite para conhecer uma das diversas casas participantes.

Longa vida ao hambúrguer! 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Toronto: The Salad Bowl

Pôr do sol em Toronto, visto do Polson Pier, programa obrigatório!


                                                                        Por Paulo Junqueira*

Olá pessoal,

Vim contar da minha experiência de viagem em Toronto, maior cidade canadense e quarta maior da América do Norte.

Antes de mais nada vamos explicar este título antes que alguém pense que em Toronto só se come salada e que a cidade virou um point da cultura vegana. Toronto é uma cidade hipercultural. Quase 50% da população da cidade é formada de estrangeiros, vindos sobretudo de programas de incentivo à imigração do governo canadense.   Porém, um detalhe que não se observa como em outras cidades norte-americanas é que a população definitivamente não é miscigenada. Dentro da bandeja canadense ainda se observam os ingredientes desta grande salada que se tornou a cidade.

Em um passeio do Leste rumo ao centro, por exemplo, você irá passar pelo Little Portugal com seus talhos lusitanos e tavernas que servem um ótimo vinho do Porto, pelas tratorias do Little Italy e seu ar mafioso e, por fim, pela florescente China Town, filial de Xangai em Ontario, o local mais barato da cidade para comprar frutas e legumes.

Falando em frutas e legumes, vamos ao que interessa: COMIDA!

Para mim, quando você for ao Canadá, você deve focar sua dieta em quatro itens prioritários: Salmão, Salmão, Salmão e..... Maple Syrup, claro! O Salmão é um peixe muito fácil de ser encontrado em todo o Canadá e está sempre bastante fresco. O local que eu mais gostei para compra-lo é o St. Lawrence Market. Localizado na Front St. East com a Jarvis ele possui dois andares de muita comida boa, fresca e barata (ressalto que o conceito de barato em Toronto é bem relativo... a cidade é bem cara!), sobretudo frutos do mar, queijos, frutas e carnes vermelhas. A dica aqui é sempre se mostrar em dúvida entre dois ou três itens para os feirantes. Acredite: ele vai deixar você experimentar todos. E é tanta variedade de salmão defumado que eu literalmente fiquei perdido. Experimentei três e escolhi um de maturação média. 


St. Lawrence Market
Fonte: Google

Agora a Maple Syrup. Queridinha dos turistas no Canadá, o xarope de Ácer (ou Bordo) acompanha muito bem umas panquecas no café da manhã. Ela é feita da seiva da árvore símbolo do Canadá (que a folha está na bandeira do país) e você encontra em qualquer lugar da cidade, inclusive em lojas de souvenir. Eu gostei bastante e recomendo também.

Agora em termos de restaurantes: esqueci o nome de todos! =( Mas as cozinhas mais apreciadas dos canadenses são a Thai, indiana e claro, japonesa. Minha super dica vai para a culinária japonesa. Quando estiver na Yonge St. (a maior rua do mundo) siga para sua esquina com a Dundas St. Lá vai ter um shopping bem bacana: no segundo andar tem um bar de esportes (uma espécie de pub com um milhão de telas passando vários jogos que rolam naquele dia, sobretudo os de hóquei no gelo) e no terceiro o tão famoso japa! O restaurante é sensacional. Os funcionários são todos orientais, toca uma musiquinha ambiente bem bacana,a vista da cidade é incrível, tem gente do mundo todo e você não precisa ficar pedindo pros atendentes trazer sua comida: cada mesa tem seu próprio iPad onde você seleciona os itens que desejar. Todos os pratos são deliciosos. O restaurante é um pouco caro comparado a outras opções na cidade (uns 26 dólares o jantar no final de semana). Caso o seu orçamento esteja abaixo disso, existem diversas outras opções de japonês ao redor do centro, geralmente 8.99 o almoço e 12.99 o jantar. Dólares claro. Canadenses claro. Pertinho desse super top japa tem um no estilo econômico. Esquina da Dundas com Elizabeth (que também é rainha do Canadá).
 
Pra fechar: caso você esteja em Toronto no verão (ou final da primavera) vale a pena curtir uns bares no Distillery District. Várias cervejas artesanais, algumas fabricadas em Toronto mesmo, um visual bem bacana e uma atmosfera bem cosmopolita, no caso, bem Toronto mesmo! =D

Menu de um bar no Distillery District


Paulo Junqueira é um amigo viajante gourmet. Escreva sua experiência gastronômica para a gente também. Todo mundo tem o seu tom gourmet.